O pH de um fertilizante é um dos fatores mais determinantes para sua eficiência agronômica e para a saúde do solo ao longo do tempo. Embora esse aspecto muitas vezes seja negligenciado no manejo nutricional, ele exerce influência direta na disponibilidade de nutrientes, na atividade biológica do solo e na sustentabilidade do sistema produtivo.
A maior parte dos fertilizantes minerais convencionais apresenta pH ácido, geralmente próximo de 4. Já os fertilizantes organominerais desenvolvidos com tecnologia e equilíbrio químico, como os da Embrafós, trabalham com pH estabilizado em torno de 6,5. Essa diferença aparentemente simples gera impactos profundos no desempenho das culturas e na conservação do solo.
Menor acidificação do solo
Fertilizantes com pH ácido contribuem para a acidificação progressiva do solo, reduzindo a saturação por bases e aumentando a necessidade de correções frequentes com calcário. Esse processo, além de elevar custos operacionais, compromete o ambiente radicular e pode limitar o desenvolvimento das plantas ao longo do tempo.
O fertilizante organomineral com pH 6,5 atua de forma neutra no sistema solo-planta, ajudando a estabilizar o pH do solo e a preservar condições adequadas para o crescimento radicular. Esse equilíbrio favorece a longevidade produtiva das áreas agrícolas e reduz a dependência de corretivos químicos.
Maior disponibilidade e aproveitamento de nutrientes
A faixa de pH entre 6 e 7 é reconhecida como ideal para a maior disponibilidade de nutrientes essenciais, como fósforo, cálcio, magnésio e diversos micronutrientes. Em ambientes excessivamente ácidos, parte desses elementos pode ser imobilizada no solo, diminuindo a eficiência da adubação e aumentando perdas econômicas.
Ao trabalhar com pH estabilizado em 6,5, o fertilizante organomineral promove melhor equilíbrio iônico no solo, favorecendo a absorção dos nutrientes pelas raízes e maximizando o retorno agronômico de cada aplicação.
Preservação da microbiologia do solo
Outro ponto crítico está relacionado à atividade biológica do solo. Ambientes muito ácidos prejudicam microrganismos benéficos responsáveis pela mineralização da matéria orgânica, ciclagem de nutrientes e manutenção da estrutura do solo.
Os fertilizantes organominerais, por conterem carbono orgânico e apresentarem pH equilibrado, criam condições favoráveis para o desenvolvimento da microbiota do solo. Essa atividade biológica contribui para a liberação gradual de nutrientes, melhora a estrutura física do solo e fortalece os processos naturais que sustentam a produtividade agrícola.
Sustentabilidade e equilíbrio químico do sistema produtivo
Ao reduzir a acidificação, melhorar a eficiência nutricional e preservar a biologia do solo, o fertilizante organomineral com pH 6,5 promove um sistema produtivo mais equilibrado e sustentável. Isso se traduz em menor uso de corretivos, melhor aproveitamento dos insumos aplicados e maior estabilidade produtiva ao longo dos ciclos agrícolas.
Mais do que uma solução nutricional imediata, trata-se de uma estratégia de manejo que respeita o solo como um ativo produtivo de longo prazo, alinhada às práticas de agricultura sustentável e economicamente eficiente.
Conclusão
O uso de fertilizantes organominerais com pH estabilizado, como os desenvolvidos pela Embrafós, representa um avanço importante na nutrição de plantas e na conservação dos solos agrícolas. Além de garantir maior eficiência no aproveitamento dos nutrientes, essa tecnologia contribui para a saúde do solo, reduz impactos químicos e amplia o retorno agronômico ao produtor.
Mais do que aplicar fertilizante, é preciso nutrir com inteligência.
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